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Bombeiros comemoram 02 de julho com campanha por doação de sangue

O Corpo de Bombeiros da região aproveitou a ocasião do Dia Nacional dos Bombeiros para promover a campanha anual Bombeiro Sangue Bom, pela doação de sangue.

“Nossa campanha é para toda e qualquer pessoa que precise de sangue, seja por uma cirurgia, seja por transfusão. Então, a gente não vê qual a finalidade, mas sim a necessidade dessa doação”, explica a capitã Michelle César, chefe da Seção de Segurança contra incêndio no Vale do Paraíba e Litoral Norte. que convida toda a população da RMVale “a praticar esse ato de amor, de salvar vidas”.

Para informações sobre quem pode doar e locais de coleta de sangue, acesse o site do Banco de Sangue de São José dos Campos ou da sua cidade.

Heróis da vida real
Já que o dia foi dedicado a esses heróis da vida real, o Portal Meon conversou com dois bombeiros para saber um pouco mais sobre seus desafios e alegrias.

Na RMVale, a corporação sempre comemora com muito trabalho. Eles atuam nas 39 cidades da região e passaram a sexta-feira sob alerta. “Nossa comemoração é no plantão, a postos para qualquer emergência”, diz sorrindo a capitã Michele Cesar.

“Ao tocar o alarme no quartel, a gente nunca sabe com o que vai se deparar. Pode ser tanto um gato na árvore quanto vítimas presas nas ferragens num acidente automobilístico. Nossos homens estão fazendo buscas submersas em Igaratá e está frio, mas bombeiro não tem frio, não tem calor (...), nossa missão é resgate, salvamento e combate a incêndio”, acrescentou.

Questionada sobre algum episódio muito impactante para a corporação, a capitã relembra a grande enchente que destruiu parte de São Luiz do Paraitinga, na virada do ano 2009 para 2010, e desabamentos em Campos do Jordão e São José dos Campos, decorrentes de tempestades muito fortes.

Engana-se quem pensa que a única parte difícil de ser bombeiro é arriscar a própria vida com tanta frequência. Lidar com o sofrimento das pessoas não é nada fácil. “A gente se sensibiliza com a dor das pessoas (...), com a família e as próprias vítimas que estão ali aguardando nosso salvamento”, continua a capitã.

Sobre o que é mais gratificante na profissão, ela se emociona: “somos homens e mulheres como qualquer um, mas acredito que não escolhemos, fomos escolhidos por uma profissão na qual a gente dedica parte da nossa vida ao próximo. Colocamos uma capa, nossas botas e vamos ao combate. Quando a gente volta para o quartel com a missão cumprida do resgate bem sucedido, não tem dinheiro que pague. O fato de conseguir receber obrigado das nossas vítimas não tem preço”, concluiu.






  • Fontes: MEON

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