• Home
  • Política
  • MP denuncia José Saud por supostas irregularidades na compra de escola
| 185

MP denuncia José Saud por supostas irregularidades na compra de escola

O Ministério Público de São Paulo denunciou o prefeito de Taubaté, José Saud (Progressistas), por improbidade administrativa por supostas irregularidades na compra do prédio da antiga escola Saad, em 2021.


RMVALE
MP denuncia José Saud por supostas irregularidades na compra de escola
Colégio Saad custou R$ 21,9 milhões
Escrito por Meon

05 JUL 2024 - 16H46 (Atualizada em 05 JUL 2024 - 17H21)

Reprodução
O Ministério Público de São Paulo denunciou o prefeito de Taubaté, José Saud (Progressistas), por improbidade administrativa por supostas irregularidades na compra do prédio da antiga escola Saad, em 2021.

+ Leia mais notícias da RMVale

+ Receba as notícias pelo Canal do Meon no WhatsApp

A denúncia foi protocolada na terça-feira (2) e ainda não foi analisada pela Justiça. O caso foi revelado pelo jornal OVale.

A Prefeitura de Taubaté afirma que a desapropriação obedeceu todos os trâmites legais. Além de Saud, a ação cita os irmãos Antonio Carlos Saad (já falecido), Arnaldo Miguel Saad e Miguel Temer Saad Filho, que eram os proprietários do Colégio. Eles negam as irregularidades.

Na ação, o promotor José Carlos de Oliveira Sampaio afirma que a desapropriação foi motivada por interesses particulares de Saud e que houve sobrepreço de R$ 3,4 milhões na compra do imóvel.

A ação diz que "ficou clarividente que, primeiro, o demandado José Antônio Saud Júnior decidiu, extra autos, realizar a desapropriação do imóvel, pois ela era oportuna e conveniente ao atendimento de seus interesses particulares. Depois, ele movimentou a máquina administrativa para reunir elementos fraudulentos na tentativa de justificar o ato expropriatório à luz do interesse público, fabricando artificialmente o seu motivo para dar-lhe ares de utilidade pública".

O local abriga hoje uma escola municipal e custou R$ 21,9 milhões aos cofres públicos. O MP aponta ainda que a prefeitura gastou mais 3,4 milhões em reformas no local.

Como medida de urgência, o Ministério Público pede que seja decretada a indisponibilidade de bens dos citados.






  • Fontes: MEON

Últimas Notícias


Notícias relacionadas