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Mãe: santuário da vida e do amor

O Dia das Mães é um dia dedicado,especialmente,a esta pessoa tão querida na vida de cada um de nós.Um dia tão especial,não só um dia,mas todos os dias.A mãe transmite amor,vida.Amor que jamais será esquecido,porque o amor não se esquece jamais.
O papel das mães sempre foi lembrado pelos povos.No Brasil,o primeiro Dia das Mães foi celebrado no dia 12 de maio de 1918,promovido pela Associação Cristã de Moços,de Porto Alegre (RS).
Nossa homenagem às mães não pode,porém,perder seu significado mais profundo que é o agradecimento Deus pelo dom da vida de nossas mães e a gratidão por elas pelo seu amor incondicional,traduzido na sua doação,sem limites,dia a dia ao esposo e aos filhos.
Esse amor materno é tão grande que a Sagrada Escritura compara o amor de Deus para conosco com o amor de mãe: “Pode uma mãe se esquecer de seu bêbe,deixar de querer o filho de suas entranhas? Pois,ainda que ela se esqueça,eu não esquecerei” (Is 49,15).As mães são mulheres feitas para que a vida possa surgir.Oferta de si em favor do próximo.Santuário da vida e do amor.
Uma mãe gera a vida,traz no seu ventre durante nove meses o próprio filho,e depois abre-o à vida.A mãe acompanha o nosso crescimento transmitindo cuidado,valores,amor,dedicação. São João Paulo II dizia: “O futuro da humanidade passa pela família”.A morte ou a vida do mundo decide-se no interior de uma família: um pai,uma mãe,um filho,o nó da vida,o eixo do futuro.
O que é decisivo acontece dentro das relações,coração a coração,na coragem cotidiana de uma,de muitas,de infinitas criaturas enamoradas e generosas que sabem tomar consigo a vida de outros.
A família é como uma escola de valorização humana.A presença ativa da mãe contribui para a formação dos filhos.Uma mãe capaz de criar um ambiente idôneo para o desenvolvimento e amadurecimento dos filhos.
Os dotes de delicadeza, sensibilidade e ternura peculiares,que enriquecem o espírito feminino,representam não apenas uma forma genuína para a vida das famílias,para a propagação de um clima de serenidade e de harmonia,mas uma realidade sem a qual a vocação humana seria irrealizável.Sem estas atitudes,sem estes dotes,a vocação humana não consegue realizar-se.
Muitas coisas podem mudar,e com efeito mudaram,na evolução cultural e social,mas permanece um dado: é a mulher que concebe,que traz no seu seio e que dá à luz os filhos dos homens.E este não é simplesmente um dado biológico,mas encera em si uma riqueza de implicações quer para a própria mulher,em virtude do eu modo de ser,quer para as suas relações em geral.Chamando a mulher à maternidade,Deus confiou-lhe o ser humano de forma inteiramente especial.
Os lugares e os ritmos mais elementares da existência humana,com seus cumes e seus abismos,a sua grandiosidade e o seu custo,são os ritmos e lugares em que se dá e se vive.Ai temos o um dos papéis da mãe de lentamente nos introduzir nestes ritmos da vida.Devemos lembrar que a maternidade,o sermos filhos é o mistério dos inícios.Os papéis de paternidade,maternidade,filiação e fraternidade estão na base de qualquer sociedade,e sem os quais toda a sociedade vai perdendo consistência e tornando-se anárquica.
Deus abençoe a cada dia as mães!
Prof. José Pereira da Silva








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  • Fontes: PROFESSOR DR. JOSÉ PEREIRA DA SILVA

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