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Taubaté Vôlei decide primeira colocação na Superliga jogando com portões fechados

O time recebe o Sesi e precisa dos três pontos para terminar a fase na frente do Cruzeiro

A última rodada da fase de classificação da Superliga terá portões fechados ao público, por medida de prevenção contra o coronavírus. Assim, o Taubaté Vôlei recebe o Sesi-SP, neste sábado, às 21h, querendo sustentar a melhor campanha que valerá vantagens nos playoffs.

A fase inicial do campeonato tem os 12 times se enfrentando em 22 rodadas de turno e returno. Os oito melhores avançarão às quartas de final e cruzamento olímpico: 1º colocado x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º. Os dois últimos, que já estão definidos, serão rebaixados à Superliga B.

As quartas de final, semifinais e finais serão em playoffs de até três partidas. Em cada confronto, o time com a melhor campanha na fase de classificação terá a opção de escolher o mando de quadra na ordem das duas primeiras partidas e o direito de atuar em casa em um eventual terceiro jogo de desempate.

No momento, a classificação está assim: 1º – Taubaté (54 pontos); 2º – Cruzeiro (53); 3º – Sesc-RJ (44); 4º – Sesi-SP (40); 5º – Campinas (38); 6º – Minas (32); 7º – Blumenau-SC (28); 8º – Itapetininga (24); 9º – Ribeirão Preto (21); 10º – Maringá-PR (20); 11º – América-MG (15) e 12º – Ponta Grossa-PR (9).

A 22ª e última rodada da fase de classificação terá cinco jogos no sábado, às 21h: Taubaté x Sesi, Ponta Grossa x Cruzeiro, Ribeirão Preto x Sesc, América x Minas e Blumenau x Maringá. No domingo, às 20h: Itapetininga x Campinas.

No passado, o Taubaté foi visitar o Cruzeiro, venceu por 3 a 0 e ultrapassou o adversário que liderava. Agora, neste sábado, o time taubateano dependerá do próprio resultado para confirmar a primeira colocação.

Na teoria, o Cruzeiro deverá fazer os três pontos contra o rebaixamento Ponta Grossa (vitória por 3 a 0 ou 3 a 1) e terminar com 56 pontos e 19 vitórias. Por isso, o Taubaté precisa também dos três pontos contra o Sesi, pois com uma vitória de dois pontos (3 a 2), terminará com o mesmo total de 56 pontos e perderá o primeiro lugar no número de vitórias, com 18.

Embalado

“Será um jogo aberto. Claro que essas duas vitórias contra o SESC e contra o Sada foram importantes para chegarmos à liderança, mas temos que olhar sempre para frente e encarar o SESI com muita seriedade. Vamos estudar individualmente cada atleta deles, e buscar a melhor forma de vencer esse jogo”, disse o técnico Renan Dal Zotto.
ESCALACOES
Na vitória sobre o Cruzeiro, o Taubaté não contou com o ponteiro Lipe e o líbero Thales. O técnico Renan Dal Zotto escalou o time com: Rapha, Maurício Souza, Lucarelli, Douglas Souza, Lucão, Leandro Vissoto e o líbero Rogerinho. Mohamed Alhachdadi, Riad, Carísio e Petrus entraram no decorrer da partida. Renan Bonora e Fabiano permaneceram no banco.

O Sesi vem de uma surpreendente derrota em casa para o Blumenau, por 3 a 2. O levantador Willian Arjona novamente desfalcou a equipe do técnico Rubinho que escalou: Matheus Brasília, Victor Birigui, Barreto, Alan, Fábio, Éder e o líbero Murilo. Lucas Lóh, Daniel, Darlan, Paulo Sérgio, Caio Souza, Eric Endres e o líbero Douglas Pureza começaram no banco. Sidão e Henrique não estiveram relacionados.

No primeiro turno, o Taubaté foi visitar o Sesi pela 11ª rodada, em dezembro. O jogo foi decidido no tie-break e a equipe paulistana venceu por 3 a 2.

Portões fechados

Na tarde desta sexta-feira, a informação sobre o público da última rodada surgiu no seguinte comunicado:

Seguindo recomendação do Ministério da Saúde, divulgada na tarde desta sexta-feira (13.03), a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) determina, como medida de prevenção e visando o bem estar dos envolvidos, que, a partir desta data, os próximos jogos pela Superliga Banco do Brasil e Superliga B aconteçam com portões fechados em função do coronavírus (COVID-19). A determinação seguirá por prazo indeterminado.

Caso essa determinação seja revogada, toda e qualquer decisão da entidade observará o princípio de igualdade de condições entre as equipes.

Neste período, a CBV, que já conta com um comitê de crise para este assunto, seguirá acompanhando o cenário no país e fará nova avaliação de acordo com o andamento do caso.






  • Fontes: MEON

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