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Bombeiro é preso após disparo que matou jovem durante briga de trânsito; defesa alega que militar achou que era assalto


VÍDEO: Bombeiro é preso após disparo que matou jovem durante briga de trânsito; defesa alega que militar achou que era assalto
Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, foi preso em flagrante e será levado ao presídio Romão Gomes. Defesa alega legítima defesa; Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, morreu após ser baleado.
Por Bruna Capasciutti, g1 Vale do Paraíba e Região

30/09/2026 16h19 Atualizado há 16 horas

Bombeiro acusado de disparo que matou jovem após briga de trânsito é preso por homicídio
Bombeiro acusado de disparo que matou jovem após briga de trânsito é preso por homicídio


Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, foi preso em flagrante nesta quarta-feira (30) após o disparo que matou Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, durante uma discussão de trânsito em Taubaté. Ele será encaminhado ainda nesta quarta para o presídio Romão Gomes, em São Paulo.

Segundo o advogado Cláudio Rodrigues, que representa Marcos, o bombeiro será levado para a unidade com escolta do próprio presídio. A audiência de custódia está prevista para ocorrer nesta quinta-feira (1º), entre 9h e 13h, de acordo com a defesa.

Procurado, o Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo informou que ainda não há confirmação para data e horário dessa audiência de custódia, pois depende de o preso ser apresentado à justiça.

Neste momento, Marcos vai responder por homicídio doloso, de acordo com a defesa. O advogado explicou que o delegado responsável pelo caso não considerou, neste primeiro momento, que o bombeiro tenha agido em legítima defesa.

O enquadramento pode mudar durante a investigação, conforme a Polícia Civil reúna novas informações e analise as circunstâncias do caso.

Ainda segundo a defesa de Marcos Paulo, o bombeiro acreditou que estava diante de uma tentativa de assalto e efetuou os disparos para se defender e proteger a esposa e o filho, que estavam no carro
A versão é contestada neste momento pela autoridade policial, que não reconheceu a legítima defesa.






  • Fontes: G1 VALE DO PARAIBA e REGIÃO

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